sexta-feira

AS CIDADES INVISÍVEIS: UM CERTO NÚMERO DE OBJECTOS DESLOCA-SE NUM CERTO ESPAÇO | teatro

Três viajantes flutuam no meio do Mediterrâneo. Enquanto se deixam levar pelas correntes, relembram os nomes das 55 cidades descritas por Italo Calvino em As Cidades Invisíveis. Para os viajantes à deriva que imaginam lugares que talvez nunca venham a conhecer, antes de mais nada é preciso ultrapassar fronteiras – essas linhas que unem mas que também separam territórios, pessoas e culturas. AS CIDADES INVISÍVEIS: UM CERTO NÚMERO DE OBJECTOS DESLOCA-SE NUM CERTO ESPAÇO estreou em 2016 no Teatro Maria Matos, em Lisboa.
[dramaturgia e direção]

terça-feira

6 MODELOS PARA JOGAR | teatro e dança

Dani Lima e Alex Cassal convidaram Denise Stutz, Cristian Duarte e Márcio Abreu para criar um espetáculo composto de uma pluralidade de interpretações e que muda de forma a cada vez que é apresentado. Uma obra criada coletivamente por cinco diretores e quatro intérpretes que transitam entre a dança, o teatro e a performance. Um jogo. 6 MODELOS PARA JOGAR estreou em agosto de 2015 na Mostra Rumos Itaú Cultural, em São Paulo.
[concepção e direção]

BLINK MINI-UNíSSONO INTENSO-LAMÚRIO | dança

Intrigada pelo ato reflexo de piscar os olhos e pelas consequências corporais de sua interrupção, Michelle Moura explora em BLINK uma coreografia vertiginosa, interessada no movimento das pálpebras. Duas performers abrem e fecham os olhos em uníssono e intensificam esse movimento de tal forma que se perde de vista a singularidade de cada uma. Estreou em 2015 no mestrado da Amsterdamse Hogeschool voor de Kunsten (AHK), na Holanda.
[dramaturgia]

TORNADOS | teatro

Elas e eles chegaram juntos, cada um de um lugar diferente. Ocuparam quartos, corredores, varandas e banheiras. Traziam o que puderam trazer: não o que havia de mais útil, nem de mais valioso. Mas o que cabia nas maletas, nos bolsos, nos dedos. Em 2015, Felipe Rocha e Alex Cassal foram convidados pelo Teatro Maria Matos e pela Escola Superior de Teatro e Cinema para dirigir o espetáculo dos alunos finalistas da licenciatura em Teatro (Atores, Design de Cena e Produção).
[dramaturgia e direção]

sexta-feira

SÍNDROME DE CHIMPANZÉ | teatro

Nos primórdios da corrida espacial, ratos, cachorros e macacos foram enviados ao espaço em missões sem volta, como cobaias de uma tecnologia em construção. Mas os cientistas descobriram que nem todos os animais eram bons astronautas.  SÍNDROME DE CHIMPANZÉ, mais uma criação teatral dos Foguetes Maravilha, com Felipe Rocha, Renato Linhares e Stella Rabello. Estreou em agosto de 2013 no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, Rio de Janeiro.
[texto e direção]

FOLE | dança

O movimento é de expulsar. A prática é de hiperventilar. E o desejo é de sair de si. O resultado é uma dança que tende à instabilidade, à desorientação e ao exagero – qualidades que, consequentemente, levam à exploração do paradoxo entre o “mover” ou “ser movido”. FOLE é um solo de dança da performer e coreógrafa curitibana Michelle Moura. Estreou em 2013 na Mostra Rumos Itaú Cultural Dança, em São Paulo.  
[dramaturgia]

HORSES HOTEL | teatro

Eles eram jovens, acreditavam na arte e em si mesmos. Eles gostavam de música alta e máquinas fotográficas. A história de uma menina que amava um menino que amava outro menino. Uma love story punk rock. Um espetáculo sobre desejo e confiança. E solos de guitarra. HORSES HOTEL, com Ana Kutner, Emanuel Aragão e Renato Linhares. Direção de Alex Cassal e Clara Kutner. Estreou em 2013 no Festival de Teatro de Curitiba.
[texto e co-direção]

MUNDO MARAVILHA | teatro

Quando a companhia Mundo Perfeito e os Foguetes Maravilha decidiram embarcar numa colaboração artística, juntando artistas portugueses e brasileiros, surgiu a ideia de construir todo o espetáculo a bordo de um barco. O ponto de partida era passar várias semanas num barco a escrever, ensaiar e discutir. Em 2012, o MUNDO MARAVILHA zarpou do cais, rumo ao seu destino artístico. Foi uma aventura linda e teria dado um excelente espetáculo se, depois de semanas à deriva, não tivéssem naufragado e morrido todos.
[co-criação e atuação]

TOME ISTO AO CORAÇÃO | teatro

O último espetáculo do grupo baiano Dimenti estreou com a pele tesa e o olhar brilhante, como se fosse o primeiro. Discussões sobre gênero e sexualidade, cenas de chanchada, depoimentos autobiográficos e clichês cinematográficos, com Fábio Osório Monteiro, Lia Lordelo, Márcio Nonato, Paula Lice e Vanessa Mello. O próprio nome já anuncia: TOME ISTO AO CORAÇÃO é um espetáculo passional. Estreou em 2012, no Teatro do ICBA, em Salvador, Bahia.
[dramaturgia e direção]

domingo

UMA HISTÓRIA À MARGEM | teatro

Um funâmbulo, que passeou sob os céus pesados da ditadura, assistiu Allen Ginsberg uivando em Londres, tropeçou com Waly Salomão pelas dunas de Ipanema, viajou com a trupe do Asdrúbal, voou sob a lona do Circo Voador, subiu no caixote para declamar poemas, atravessou o país carregando malas cheias de livros. Um cidadão chamado Ricardo de Carvalho Duarte. Muito prazer, Chacal. UMA HISTÓRIA À MARGEM, monólogo teatral com muitas vozes. Estreou no Espaço SESC Copacabana, Rio de Janeiro, em 2012.
[direção]

SEPTETO FATAL | teatro

Eles são velocistas, telepatas, alienígenas, viajantes do tempo, transformistas, imortais. Eles são adolescentes superpoderosos: o SEPTETO FATAL. Uma peça que explora as possibilidades teatrais de criar universos impossíveis e ilimitados. Um estudo sobre amizade, inadaptação, desejo e dúvida, sobre o poder que temos quando somos jovens – e as consequências disso. Texto escrito em 2012 a convite do projeto PANOS - Culturgest, em Lisboa, Portugal.
[texto]

NINGUÉM FALOU QUE SERIA FÁCIL | teatro

Relações em constante transformação. Um jogo de amarelinha para adultos. Um espetáculo ácido e afetuoso. NINGUÉM FALOU QUE SERIA FÁCIL tem um texto premiado de Felipe Rocha e uma estrutura que inclui filmes franceses dos anos 70, dança contemporânea, dramas familiares, exercícios metalinguísticos e fábulas para crianças. Desde sua estreia em 2011 vem conquistando plateias e críticos no Brasil e no exterior. Mais uma realização dos Foguetes Maravilha.
[direção]

2HISTÓRIAS | teatro

Dois pontos de vista sobre personagens limítrofes, deslocados, inadaptados. 2HISTÓRIAS faz uma radiografia dos momentos cruciais de nossa vida, aqueles que vão nos marcar de forma inexorável. A primeira versão deste trabalho foi realizada em 2009, na mostra Cartões de Visita, em que artistas brasileiros e portugueses apresentaram-se em uma piscina desativada, em Lisboa. Uma realização dos Foguetes Maravilha. Felipe Rocha e Alex Cassal atuam em textos de Sérgio Sant'Anna e Alex Cassal, dirigirdos por Felipe Rocha e Clara Kutner.
[texto e atuação]

sábado

TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA | performance

 TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA é uma performance integrante do projeto In-Drama, concebido por Christiane Jatahy em 2012, que convidou artistas de dança, teatro, música e artes visuais para recriarem a obra de Nelson Rodrigues. Os Foguetes Maravilha - Alex Cassal, Alice Ripoll, Camila Pitanga, Felipe Rocha e Marina Provenzzano – transitaram entre os corpos e as vozes dos personagens desta tragédia carioca, definida por seu autor como uma “obsessão em três atos”. Apresentado na Casa França-Brasil, no Rio de Janeiro.
[co-direção e atuação]

HOTEL LUTÉCIA | teatro

Em 2010, o Teatro Maria Matos convidou dez dramaturgos portugueses e internacionais para escrever uma história que se passa num quarto do HOTEL LUTÉCIA, em Lisboa. Tiago Rodrigues, do Mundo Perfeito, dirigiu as histórias criadas por autores como Tim Etchells, Miguel Castro Caldas e Nature Theater of Oklahoma. Numa bancada ao ar livre, montada na rua em frente ao edifício, o público assistia ao espetáculo que ocorria nas varandas do hotel, ouvindo os diálogos em fones de ouvido.
[texto]

sexta-feira

ELE PRECISA COMEÇAR | teatro

 ELE PRECISA COMEÇAR. Um espetáculo em que as fronteiras entre realidade e ficção se desfazem, engolindo tudo ao redor, até mesmo os espectadores. Monólogo escrito e interpretado por Felipe Rocha, que também divide a direção com Alex Cassal. Após a estreia no Rio de Janeiro em 2008, no Espaço SESC Copacabana, Rio de Janeiro, já passou por teatros no Ceará, São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Bahia, Amazônia, Paraíba, Rio Grande do Sul e Santa Catarina e Portugal, entre outros. Primeiro espetáculo dos Foguetes Maravilha.
[co-direção]

segunda-feira

[ojos] | dança

Corpos como mapas ou diários de viagem. Corpos enredados na rede multicolorida de vias de acesso, passagens, escoadouros, pontos de encontro. A instalação coreográfica [ojos] resultou de um processo de investigação que durante três meses mobilizou diversos artistas latino-americanos na realização uma cartografia subjetiva das ruas da cidade de Salamanca, no México. Projeto desenvolvido em 2008 como parte do Programa de Residencias Artísticas para Creadores de Iberoamérica en México.
[direção]

JORNADA AO UMBIGO DO MUNDO | vídeo

Um grupo de viajantes atravessa uma paisagem em constante mutação. JORNADA AO UMBIGO DO MUNDO revela um mundo de corpos em eterno movimento, onde os limites e códigos corporais se transfiguram em novas possibilidades de significado e convivência. Parceria entre Alex Cassal e Alice Ripoll, este filme de dança em stop-motion realizado em 2007 já participou de festivais em países como Argentina, Chile, Uruguai, Bolívia, Equador, Cuba, México, EUA, Grécia, Itália, Alemanha, Bulgária, Portugal, Espanha, Croácia, China e Japão.
[co-direção e roteiro]

(segredos) | performance

O espaço e o tempo são restritos: uma sala praticamente vazia, alguns poucos minutos. Um performer recebe um único participante por vez para discutir a relação, uma relação qualquer e possível entre duas pessoas. Na encruzilhada entre a delicadeza da intimidade e o fascínio da exposição, se estabelece um escambo de segredos e revelações, onde ganha mais quem oferece mais. A performance (segredos) foi criada em 2004 e já apresentada em espaços como apartamentos, clubes noturnos, centros culturais e um hospital desativado.  
[criação e performance]