NINGUÉM FALOU QUE SERIA FÁCIL


Em cena, uma discussão de casal inicia um vertiginoso jogo de troca de papéis. Um homem se torna pai mas não quer deixar o colo da mãe, uma filha argumenta racionalmente sobre as razões para não largar a chupeta, irmãos disputam comida, espaço e carinho. Recriando os embates violentos e delicados que nos acompanham desde o pátio do jardim de infância, NINGUÉM FALOU QUE SERIA FÁCIL traz as relações familiares para o centro da arena. O quanto ainda temos da criança que fomos um dia? O que nos motiva a sair de casa e virar adultos? Como aprendemos a dividir e conviver com os outros? Por que você tem que sair para trabalhar? Por que as marmotas hibernam?


"Um momento privilegiado de teatro e razão para comemorações quando se fala da nova dramaturgia brasileira."
Bárbara Heliodora | Segundo Caderno

"Felipe Rocha e Alex Cassal, com sua equipe de fazedores de teias, articulam a cena de um modo que dá ao espectador a sensação de que a peça está sempre sorrindo sutilmente pra ele, de que há sempre uma porta aberta pra ele entrar nessa construção."
Daniele Avila | Questão de Crítica

"NINGUÉM FALOU QUE SERIA FÁCIL se afirma como consequência de integridade criativa que propõe uma dramaturgia viva, revitalizada, que incorpora a participação do espectador como personagem atuante desta lúdica exposição de flashes de vida."
Macksen Luiz | Crítico Teatral

"Os atores são extraordinariamente bem preparados, mas não fazem da técnica a sua muleta – tudo tem sua hora, seu lugar e sua propriedade. A intimidade entre eles mesmos e com os temas trazidos à cena é total, e nos envolve. Não parece pertinente falar aqui de 'dramaturgia fragmentada', dada a fluidez das passagens de uma cena para a outra, a pertinência dos cortes e inserções que vão nos conduzindo e nos levando, e a gente sente – mais do que sabe – que entendeu tudo."  
Sandra Parra | Crítica Teatral

"A peça NINGUÉM FALOU QUE SERIA FÁCIL já pode ser considerada um dos destaques do Janeiro de Grandes Espetáculos deste ano por trazer uma crença absoluta no jogo entre os atores e na imaginação para dar conta da realidade."
Isabelle Barros | Diário de Pernambuco

"Quando achamos que estamos perdidos, percebemos que nos pregaram mais uma peça e caímos na gargalhada. São histórias familiares, mas que saem do lugar comum e dos dilemas óbvios de família. Eles trazem atuações tão cotidianas e tão despretensiosas que tudo acaba ganhando uma espontaneidade, uma leveza, uma fluidez onde os três, muitas vezes parecem um só. Talvez porque a própria ideia de distanciamento entre atores e personas é difusa."
Danilo Castro | Jornal O Povo

[EQUIPE]
texto e codireção | Felipe Rocha 
direção | Alex Cassal 
elenco | Felipe Rocha, Renato Linhares e Stella Rabello 
assistência de direção | Ignacio Aldunate 
direção de movimento | Alice Ripoll 
colaboração na criação | Marina Provenzzano 
iluminação | Tomás Ribas 
cenário | Aurora dos Campos 
trilha sonora | Rodrigo Marçal 
figurinos | Antônio Medeiros 
fotografia | Dalton Valério 
direção de produção | Tatiana Garcias 
realização | Foguetes Maravilha 

Texto escrito com suporte do Centre International des Récollets – Paris. Espetáculo realizado com recursos do edital de apoio à criação de espetáculos teatrais da Secretaria do Estado de Cultura do Rio de Janeiro e do FATE (Fundo de Apoio ao Teatro), da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.

[ESTREIA]
Teatro Municipal Maria Clara Machado | Rio de Janeiro RJ | 08 de abril a 01 de maio de 2011

[DATAS]
Mostra Panorama Petrobras | Rio de Janeiro RJ | 2015
Caixa Cultural | Recife PE | 2014
Festival OFF-Rio | Três Rios RJ | 2014
Caixa Cultural | Salvador BA | 2014
Festival de Inverno | Itabira MG | 2014
Ocupação Sesc Belenzinho | São Paulo SP | 2014
Caixa Cultural | Brasília DF | 2014
Teatro Alberto Maranhão | Natal RN | 2014
Teatro do Boi | Teresina PI | 2014
Festival Janeiro de Grandes Espetáculos | Recife PE | 2014
Teatro Sesc Horto | Campo Grande MS | 2013
Festival Materiais Diversos | Alcanena, Portugal | 2012
Teatro Maria Matos | Lisboa, Portugal | 2012
FIT Festival Internacional de Teatro | São José do Rio Preto SP | 2012
Mostra Sesc de Teatro | Passo Fundo RS | 2012
Teatro Sesc Prainha | Florianópolis SC | 2012
Caixa Cultural | Curitiba PR | 2012
Teatro Sesc Emiliano Queiroz | Fortaleza CE | 2012
Projeto Vértice | João Pessoa PB | 2012
Galpão Cine-Horto | Belo Horizonte MG | 2012
Rota Gamboa | Rio de Janeiro RJ | 2012
Circuito Estadual das Artes | São João da Barra, Volta Redonda e Friburgo RJ | 2011
FIAC Festival Internacional de Artes Cênicas | Salvador BA | 2011
Porto Alegre em Cena | Porto Alegre RS | 2011
Festival Cena Contemporânea | Brasília DF | 2011
FENTEPP Festival Nacional de Teatro | Presidente Prudente SP | 2011
Mostra Teatro na Contramão | Rio de Janeiro RJ | 2011
Teatro Gláucio Gil – Ocupação Complexo Duplo | Rio de Janeiro RJ | 2011
Espaço Cultural Sérgio Porto – Projeto ENTRE | Rio de Janeiro RJ | 2011

[PRÊMIOS]
Prêmio Shell 2011 [texto]
Prêmio APTR 2011 [texto]
Prêmio Questão de Crítica 2011 [texto]
[Indicado ao Prêmio Questão de Crítica 2011 - direção, espetáculo e elenco]

[IMPRENSA]
A metáfora da matrioshka | Alexandre Gil França | São Paulo SP | 2015 [pdf]
Ocupação Foguetes Maravilha | Programa | São Paulo SP | 2014 [pdf]
Experimento cênico sobre a vida | Tribuna do Norte | Natal RN | 2014
Ninguém falou que seria simples | O Povo | Fortaleza CE | 2012
Ninguém falou que seria fácil: dores e alegrias de ser contemporâneo | Trivium Magazine | Rio de Janeiro RJ | 2012
Brasil num outono/inverno português | Ípsilon | Lisboa, Portugal | 2012
Submersão e respiração de uma dramaturgia com teor de cena | Questão de Crítica | Rio de Janeiro RJ | 2011
Dramaturgia da alteridade: conversa com o grupo Foguetes Maravilha | Questão de Crítica | Rio de Janeiro RJ | 2011 
Uma trama de sorrisos sutis | Questão de Crítica | Rio de Janeiro RJ | 2011 [pdf]

[teaser]
[espetáculo integral]